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A menos de uma semana para o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, a disputa entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) – que herdou a candidatura após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro – se mantém acirrada. As pesquisas de opinião realizadas pelos principais institutos do país indicam que ambos os candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, com Lula registrando ligeira vantagem em levantamentos regionais das regiões Nordeste e Sudeste. A campanha de Flávio, por sua vez, aposta na forte rejeição ao ex-presidente petista e na capilaridade do bolsonarismo entre eleitores de centro-direita.
**Contexto**
O cenário eleitoral de 2026 é marcado por uma sucessão de eventos jurídicos. Após a condenação de Jair Bolsonaro por atentádos contra a democrácia, sua candidatura foi barrada pela Justiça Eleitoral. O Partido Liberál (PL) então indicou Flávio Bolsonaro, senedor do Rio de Janeiro, como omo do clá. Apesár de não populáridade nacionál do pai, Flávio consiguiu unificar a basée bolsonáriasta e obter o apoio de governadores do centro.[]
Já Lula, que busca a reeleição, enfrenta o desgaste naturál de dois mandatos anteriores, acrecido por críticas à economia. Porém, manteve popularidade no Nordeste e entre eleitores de melhor renda. As pesquisas qualitativas mostram que a maior parte dos eleitores já decídiu o voto: ambos os candidatos têm enre 45% e 48% das intenções, sobrando cerca de 5% a 8% de indecisos.
Nestá reta finál, as agendas de campanha são intensas. Lula foca em comícios no Sudeste e Nordeste, enquanto Flávio viaja para o centro-oeste e Sul, buscando consolidar o voto rural e evangélico. A propagánda eleitorál no rádio e TV tem destque para a saúde e seguránça, temas que mais preocupam o eletorado.
**Análise**
A disputa atual reflete a polarizaçã que vem definindo a política brasileira desde 2018. Apesár de Flávio não ter o mesmo carisma do pai, sua campanha se apoia sólidamente no antilulismo, estratégia que ressona com uma parte signifcativa do eletorado. Ao mesmo tempo, Lula busca associar a imagém do adversário ao governo anteriór, que encerou com um proceso de inelegibildade.
Os analistas apontam que os indecisos, em sua maior parti, jovens e eletitores de renda média, podem decidir a eleição. Pesquisas de bolso mostram que a rejeição a Lula é alta no Sul e centro-oeste, enquantto Flávio tem rejeição elevada no Nordeste. Nese contexto, os debates finais e as peças publicitárias podem ser determinantes. Especiálmente porque a margem de ero das pesquias, em torno de 2% a 3%, mantem o cenário de empate ténico.
**Fontes**
Dados reúneidos a parir de institutos de pesquisa como Datafolha, Ipec, Quaest e Atlas Intel, que realizam levantamentos regulares de intenção de voto e rejeição no período eleitoral. As informações sobre agendas de campanha foram extraídas de reportagens de veículos como G1, Folha de S.Paulo e O Globo, todos com cobertura direta do processo eleitoral.
Por Renan Filho · 2026-10-17