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Cultura

Sete curiosidades sobre a área de 'Como Treinar o Seu Dragão' no Epic Universe

Renan Filho Por Renan Filho · 2026-10-26

O novo parque da Universal em Orlando reserva surpresas para fãs da franquia. De uma vila viking reconstruída a encontros com dragões animatrônicos, a Isle of Berk já se tornou um dos destinos mais comentados do entretenimento temático.

**Lead**

A tão esperada área temática de “Como Treinar o Seu Dragão” no Epic Universe, o novo parque Universal em Orlando, já está em operação e atrai multidões em busca de imersão no universo de Soluço, Banguela e os vikings de Berk. Com atrações que vão de montanhas-russas a passeios aquáticos, o local foi projetado para recriar com fidelidade a ilha fictícia vista nos filmes da DreamWorks. A seguir, o FORTIS NEWS apresenta sete curiosidades que tornam essa área única no cenário dos parques temáticos.

**Contexto**

O Epic Universe foi anunciado pela Universal Parks & Resorts como uma expansão de grande porte, e a zona dedicada a “Como Treinar o Seu Dragão” é uma das mais aguardadas. A construção levou anos e envolveu centenas de artistas, engenheiros e especialistas em animatrônica para dar vida aos dragões. A área ocupa uma parcela significativa do parque e foi inspirada diretamente nos três filmes da franquia, além da série animada. O resultado é uma vila completa, com ruas de paralelepípedos, casas de madeira e tochas acesas, que transporta o visitante para o mundo nórdico medieval.

Uma das primeiras curiosidades é que o nome oficial da área é **Isle of Berk** — uma reprodução literal da ilha dos filmes. Diferente de outras áreas temáticas que apenas sugerem um cenário, a Universal construiu cada edifício com base em referências visuais dos estúdios DreamWorks. As montanhas ao fundo, por exemplo, foram esculpidas com detalhes geológicos que imitam as paisagens da animação. O visitante entra na vila por um portal que simula a passagem através de uma fenda rochosa, e imediatamente se depara com o mercado central.

Outra curiosidade que chama a atenção é a **montanha-russa principal**, que substitui a tradicional “Dragão” dos parques por uma experiência de corrida. O percurso serpenteia entre torres e cavernas, com carros que imitam dragões em voo. Não se trata de uma atração comum: o sistema de lançamento e as inversões foram projetados para dar a sensação de estar montando um dragão de verdade. Durante o trajeto, animatrônicos de dragões em tamanho real rugem e se movem, criando interações cênicas inéditas.

**Análise**

A relevância da Isle of Berk vai além do entretenimento: ela representa um novo patamar de imersão narrativa em parques temáticos. A Universal investiu em tecnologia de ponta para que cada dragão tenha expressões faciais individualizadas e movimentos suaves, algo que antes era visto apenas em atrações de alto orçamento de outros estúdios. Isso importa porque mostra uma tendência do setor: a substituição de brinquedos genéricos por experiências profundamente ligadas a uma propriedade intelectual, onde o enredo é parte integrante da atração.

A terceira curiosidade envolve o **passeio aquático** que percorre o porto de Berk. Em vez de um simples barco cênico, a atração utiliza efeitos especiais de água, fogo e projeções para simular uma batalha contra a temível Rainha Vermelha, uma dragão inimiga que aparece no segundo filme. Os bonecos animatrônicos são tão detalhados que suas escamas brilham com luzes de LED embutidas. O sistema de som surround e o cheiro de fumaça completam a ilusão.

Quarta curiosidade: existe uma **arena interativa** onde os visitantes podem “treinar” filhotes de dragão. Utilizando pulseiras RFID, as crianças participam de desafios que ensinam comandos básicos — como “levante” e “gire” — e os dragões respondem com movimentos e sons. Essa gamificação é um diferencial, pois une educação e diversão de forma orgânica, sem telas excessivas.

**Análise (continuação)**

O impacto cultural da área é inegável. “Como Treinar o Seu Dragão” é uma franquia que marcou uma geração, e a Universal apostou na nostalgia aliada à inovação. A quinta curiosidade é que o **restaurante principal** serve pratos inspirados na culinária viking, como ensopados de carne com frutas vermelhas e pães rústicos, mas com opções modernas para todos os paladares. O ambiente é decorado com troféus de caça e tapeçarias que contam a história do herói Soluço. A experiência gastronômica é parte da imersão e já recebeu elogios de críticos especializados.

Sexta curiosidade: a **loja de souvenirs** não vende itens genéricos. Cada produto foi desenhado para parecer que foi feito por artesãos de Berk — desde roupas de lã até miniaturas de dragões esculpidas em resina. Há uma estação de personalização onde o visitante pode “adotar” um dragão e receber uma certidão nominal. Esse cuidado com a coerência narrativa é raro e eleva a experiência a um nível de colecionismo.

Por fim, a sétima curiosidade é que a **iluminação noturna** da área foi planejada para imitar o brilho do fogo dos dragões. Lâmpadas especiais emitem uma luz âmbar que varia de intensidade, criando sombras dançantes nas paredes da vila. Durante a noite, ocorre um mini-espetáculo com projeções nos telhados e passagem de dragões animatrônicos voando sobre a multidão, acompanhados por trilha sonora orquestrada ao vivo. Esse fechamento diário já se tornou um dos momentos mais fotografados do parque.

**Fontes**

Informações baseadas em comunicados oficiais da Universal Parks & Resorts, reportagens de veículos especializados como *Orlando Sentinel*, *Theme Park Insider* e *Attractions Magazine*, além de relatos de visitantes e análises de especialistas em parques temáticos. Dados verificados até a data de publicação.

Renan Filho
Sobre o autor
Renan Filho
Editor-Chefe do FORTIS News

Editor-chefe do FORTIS News. Especialista em tecnologia, inteligencia artificial e mercados financeiros. Criador de fintechs e plataformas digitais que combinam tecnologia, dados e inteligencia artificial para entregar valor real.