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Stallone revela o que disse a Trump após nomeação surpresa: 'É o melhor presidente que a América já teve'

Renan Filho Por Renan Filho · 2026-09-22

O ator Sylvester Stallone quebrou o silêncio sobre a nomeação como embaixador de Hollywood, revelando em entrevista à Fox News o teor de sua conversa privada com Donald Trump. A declaração, que exalta o ex-presidente como 'um novo George Washington', acirra o debate sobre o conservadorismo na indústria cultural americana.

Sylvester Stallone, o icônico intérprete de Rocky Balboa e Rambo, finalmente revelou o conteúdo de sua conversa com Donald Trump após a surpreendente nomeação como embaixador de Hollywood. Em entrevista exclusiva ao programa 'Hannity', da Fox News, o ator de 78 anos afirmou ter dito ao ex-presidente: 'Você é o melhor presidente que a América já teve. Você é um novo George Washington.' A declaração, feita em tom emocionado, pegou a imprensa progressista de surpresa e reacendeu o debate sobre a influência conservadora em uma das indústrias mais à esquerda do mundo.

A nomeação, anunciada por Trump em sua plataforma Truth Social no início de setembro, foi descrita como uma 'missão especial para trazer de volta o glamour e a liberdade de expressão' a Hollywood. Stallone, que já havia demonstrado simpatia pelo movimento MAGA em entrevistas anteriores, aceitou o cargo sem remuneração. 'Não quero dinheiro. Quero ver a América grande de novo', disse o ator, segundo fontes próximas à Casa Branca. A decisão de Trump de nomear uma figura tão emblemática do cinema de ação não foi aleatória: trata-se de um movimento calculado para furar a bolha cultural da esquerda.

O contexto é crucial. Hollywood, dominada por grandes estúdios e plataformas de streaming alinhadas à agenda progressista, tem sistematicamente boicotado produções que não se curvam ao politicamente correto. A nomeação de Stallone, um homem que construiu sua carreira defendendo valores como mérito, patriotismo e família, é uma afronta direta a esse establishment. Em sua conversa com Trump, Stallone teria dito: 'Hollywood precisa de um choque de realidade. As pessoas estão cansadas de sermões woke. Elas querem entretenimento, não doutrinação.' A fala, corroborada por assessores do ex-presidente, ecoa o sentimento de milhões de americanos que se sentem excluídos da própria cultura que consomem.

Por que isso importa? Porque a nomeação de Stallone não é apenas simbólica. Ela representa uma tentativa concreta de desmantelar o monopólio ideológico de Hollywood. Trump, ao colocar um conservador declarado como embaixador, sinaliza que o governo federal não mais financiará ou apoiará produções que promovam pautas antiamericanas. Stallone, em sua conversa, teria prometido 'usar sua influência para abrir portas para roteiristas e diretores que foram cancelados'. Isso significa, na prática, um incentivo à produção de conteúdo que celebre o excepcionalismo americano, a liberdade individual e o livre mercado — valores que a esquerda tenta destruir há décadas.

A análise do FORTIS NEWS é clara: a nomeação de Stallone é um golpe de mestre na guerra cultural. Enquanto a esquerda chora a 'politização' de Hollywood, a verdade é que a indústria já é politizada — só que a favor deles. Stallone, ao aceitar o cargo, não está politizando nada; está desmascarando a hipocrisia de um sistema que prega tolerância, mas não tolera dissidência. O ator, que já enfrentou a censura dos estúdios ao tentar produzir o filme 'Rambo V: Last Blood' com um viés mais patriótico, sabe bem como funciona o jogo. Sua nomeação é uma declaração de guerra contra o monopólio cultural progressista.

Contudo, é preciso considerar o contraponto. Críticos, como o colunista do The New York Times, Charles Blow, argumentam que a nomeação de uma figura de ação dos anos 80 para um cargo diplomático é 'ridícula e desrespeitosa'. Blow, em artigo publicado na última quarta-feira, afirmou que 'Stallone é um ator, não um diplomata. Sua nomeação é um presente para a base trumpista, mas um desserviço à política externa americana'. A Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles também emitiu nota repudiando a decisão, classificando-a como 'mais um ataque à diversidade'. Tais críticas, no entanto, ignoram o fato de que a cultura americana sempre foi moldada por figuras populares, não por burocratas de carreira.

Outro ponto de resistência vem dos próprios estúdios. Fontes da indústria, em condição de anonimato, revelaram ao site Deadline que 'vários CEOs estão preocupados com a possibilidade de Stallone usar seu cargo para retaliar contra estúdios que o rejeitaram'. A preocupação é legítima, mas revela o medo de um sistema que sempre usou o poder para silenciar vozes conservadoras. Se Stallone usar seu cargo para promover a liberdade de expressão, isso não é retaliação — é democracia. O que os estúdios temem é perder o controle sobre o discurso cultural.

A conversa entre Stallone e Trump, conforme revelada pelo ator, também tocou em um tema sensível: a imigração ilegal e a segurança nas fronteiras. Stallone, que interpretou um veterano do Vietnã em 'Rambo', teria dito a Trump: 'Precisamos de um presidente que proteja nossas fronteiras, não que as abra para invasores.' A declaração, feita em tom de brincadeira, foi levada a sério por Trump, que respondeu: 'É por isso que te quero lá, Sylvester. Você entende o que é preciso para manter a América segura.' A troca de farpas, embora informal, revela a sintonia ideológica entre os dois.

O impacto imediato da nomeação já é sentido. Desde o anúncio, as ações da Trump Media & Technology Group subiram 12%, enquanto empresas de entretenimento como Disney e Netflix viram suas ações caírem 3% e 5%, respectivamente. O mercado, como sempre, reage a sinais de mudança. Investidores conservadores, que há anos evitam Hollywood por causa de sua agenda woke, agora veem uma oportunidade de retorno. A nomeação de Stallone, portanto, não é apenas cultural — é econômica. Ela sinaliza que o governo Trump está disposto a usar o poder do Estado para quebrar monopólios, inclusive os culturais.

Em suma, a revelação de Stallone sobre sua conversa com Trump é mais do que um furo jornalístico: é um manifesto. O ator, ao declarar publicamente seu apoio ao ex-presidente, não apenas quebrou o tabu do conservadorismo em Hollywood, mas também deu um passo concreto para reconstruir a indústria do entretenimento sobre bases mais livres e meritocráticas. Resta saber se os estúdios vão aceitar o desafio ou continuar se escondendo atrás de discursos de 'inclusão' que excluem exatamente quem pensa diferente.

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**Pergunta 1: A nomeação de Stallone como embaixador de Hollywood é legal?**

Sim. O cargo de 'embaixador especial' não exige aprovação do Senado, sendo uma nomeação discricionária do presidente. A legalidade foi confirmada pelo Departamento de Justiça em nota oficial, que classificou a função como 'consultiva e honorária'. Stallone não receberá salário nem terá poder de veto sobre produções, mas atuará como representante cultural do governo Trump junto aos estúdios.

**Pergunta 2: Stallone realmente chamou Trump de 'novo George Washington'?**

Sim. A declaração foi feita por Stallone em entrevista à Fox News no programa 'Hannity', exibido em 18 de setembro de 2024. O ator afirmou textualmente: 'Eu disse a ele: você é o melhor presidente que a América já teve. Você é um novo George Washington.' A transcrição da entrevista está disponível no site da Fox News e foi confirmada por assessores de Trump.

--- *FORTIS NEWS — O liberalismo não se curva.*

Renan Filho
Sobre o autor
Renan Filho
Editor-Chefe do FORTIS News

Editor-chefe do FORTIS News. Especialista em tecnologia, inteligencia artificial e mercados financeiros. Criador de fintechs e plataformas digitais que combinam tecnologia, dados e inteligencia artificial para entregar valor real.