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Senador republicano acusa Schumer de orquestrar ‘reportagem forjada’ contra ex-pacientes: ‘Hit job político’

Renan Filho Por Renan Filho · 2026-09-20

O senador Josh Hawley (R-MO) denunciou que o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, teria coordenado a publicação de um relatório difamatório sobre ex-pacientes de um médico que defendia tratamentos alternativos à covid-19. Para Hawley, o caso expõe o uso de instituições federais para perseguir adversários da narrativa oficial.

O senador Josh Hawley (R-MO) disparou contra o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer (D-NY), acusando-o de estar por trás de um “hit job” – uma reportagem feita sob encomenda para destruir reputações. Em publicação na rede social X (antigo Twitter) na manhã desta segunda-feira, Hawley afirmou que Schumer usou sua influência para que um comitê do Senado divulgasse dados seletivos e distorcidos sobre ex-pacientes de um médico que prescrevia hidroxicloroquina e ivermectina no início da pandemia.

“Schumer não quer debate, quer eliminar quem discorda. Esse relatório é uma armação política, não um trabalho de fiscalização”, escreveu Hawley. O senador republicano pediu uma investigação independente sobre a origem do documento, que foi publicado na semana passada pelo Comitê de Supervisão do Senado, presidido por um democrata aliado de Schumer. O relatório alega que o médico em questão teria causado danos a pacientes ao recomendar tratamentos não aprovados pela FDA.

O contexto é a guerra cultural em torno das respostas à pandemia. Desde 2020, médicos que prescreveram medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina – ambos com uso aprovado para outras condições – foram alvo de campanhas de descredibilização por parte de agências reguladoras e veículos de imprensa alinhados ao establishment. O caso agora ganha contornos de perseguição política direta.

Por que isso importa? Se a acusação de Hawley for verdadeira, estaríamos diante de um uso do poder legislativo para destruir a carreira de um profissional que simplesmente exerceu seu direito de prescrever dentro dos limites da lei. Em um sistema de livre mercado, a escolha médica e a autonomia do paciente são pilares. O que se vê é a máquina estatal sendo usada para silenciar vozes dissidentes, algo que fere o princípio da liberdade profissional.

Análise FORTIS: A narrativa dominante durante a pandemia tratou qualquer dissidência como heresia. Médicos que ousaram questionar o protocolo único foram taxados de “negacionistas” e tiveram seus registros ameaçados. Agora, um senador republicano expõe o que muitos suspeitavam: que o establishment democrata, liderado por Schumer, não se contenta em vencer no debate – quer aniquilar o oponente. O relatório é mais um capítulo na instrumentalização de instituições para fins políticos, algo que o Partido Republicano deveria combater com transparência total.

Contraponto: A assessoria de Chuck Schumer negou veementemente qualquer envolvimento. Em nota oficial, o gabinete do líder democrata classificou a acusação de “teoria da conspiração infundada” e afirmou que o relatório foi produzido de forma independente pelos funcionários do comitê, baseado em documentos e depoimentos. “O senador Schumer não teve qualquer participação na elaboração ou divulgação do documento”, diz a nota. Ainda assim, Hawley insiste que há e-mails e registros de reuniões que provam a coordenação, e promete apresentá-los em breve.

O caso reacende o debate sobre os limites da supervisão do Congresso. Quando um comitê usa seu poder de investigação para atacar adversários políticos, a confiança pública no Legislativo se desgasta. Para os defensores do livre mercado e da liberdade individual, a mensagem é clara: o Estado não pode ser um braço de censura ou perseguição.

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Sobre o autor
Renan Filho
Editor-Chefe do FORTIS News

Editor-chefe do FORTIS News. Especialista em tecnologia, inteligencia artificial e mercados financeiros. Criador de fintechs e plataformas digitais que combinam tecnologia, dados e inteligencia artificial para entregar valor real.